CURSO DE TÉCNICAS DE INVESTIGAÇÃO DE INCÊNDIO – CTINVI/2026
DIVULGAÇÃO DO GABARITO PRELIMINAR
Edital n° 004/2026-DIREN/DEPCT/CBMDF, relativo ao processo seletivo para o 14° Curso de Técnicas de Investigação de Incêndio 14°-CTINVI/2026, publicado no Boletim Geral n° 012, de 20 de janeiro de 2026.
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AVALIAÇÃOTEÓRICA |
Julgue os itens abaixo e preencha a folha de resposta, marcando F (Falso) ou V (Verdadeiro).
- A Diretoria de Investigação de Incêndio (DINVI) foi concebida exclusivamente para realizar perícias com o objetivo de descobrir a causa de incêndios e explosões.
Resposta: Falso.
Justificativa: Além da investigação e perícia, a legislação prevê que a DINVI avalie as atividades preventivas e operacionais em face das técnicas empregadas no socorro.
- A retroalimentação visa reorientar ou estimular ações para elevar o desempenho nas próximas missões de combate ou prevenção de incêndio.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: O procedimento objetiva informar sobre desempenho ou condutas para otimizar ações futuras da Corporação.
- A legislação atual do CBMDF prevê que a Diretoria de Investigação de Incêndio (DINVI) realize, não somente a investigação e a perícia em incêndio, os exames laboratoriais, estudos e pareceres técnicos afetos a essa área, mas também avalie as atividades preventivas e operacionais em face das técnicas empregadas no socorro.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: A legislação prevê que a DINVI realize não apenas a perícia, mas também avalie as atividades preventivas e operacionais em face das técnicas empregadas no socorro, indicando que a diretoria não foi concebida apenas para descobrir causas.
- A análise correlacional entre os incêndios periciados e o histórico de vistorias dos locais sinistrados constitui uma ação estratégica de retroalimentação, visando identificar lacunas no sistema de segurança e aprimorar o ciclo de prevenção e combate.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: Essa análise visa compreender a relação entre os incêndios e as vistorias prévias para verificar se a Corporação pode implementar melhorias no sistema de prevenção e combate a incêndio. É um processo sistemático de criação de valor e continuidade do aprendizado institucional.
- De acordo com as competências fundamentais outorgadas ao Diretor da DINVI, a emissão de pareceres técnicos preventivos e operacionais deve visar o desenvolvimento do Sistema de Engenharia de Segurança Contra Incêndio e Pânico, resultando em um Relatório que possui natureza administrativa de caráter correcional para os setores onde falhas operacionais forem detectadas.
Resposta:Falso.
Justificativa: O manual de Perícia de Incêndio e categórico ao afirmar que embora o Diretor da DINVI deva emitir pareceres técnicos para a retroalimentação do sistema, o Relatório de Retroalimentação tem como objetivo exclusivo a melhoria contínua da Corporação, não possuindo nenhum caráter correcional para os setores envolvidos.
- No âmbito do ciclo operacional do CBMDF, a eficácia plena das políticas de segurança contra incêndio e pânico é atingida quando a retroalimentação institucional transcende a mera identificação da causa técnica, materializando-se como um subproduto de estudos e análises sistêmicas que englobam o surgimento, a propagação, a extinção e as consequências do sinistro.
Resposta:Verdadeiro.
Justificativa: O atingimento de melhores políticas de segurança torna-se plenamente eficaz quando a retroalimentação do ciclo operacional do CBMDF se materializa como subproduto de estudos e análises de diversos fatores relacionados ao fenômeno, incluindo sua causa, surgimento, propagação, extinção e consequências, indo além da investigação isolada.
- De acordo com o Regimento Interno da DESEG, a finalidade da DINVI no ciclo operacional limita-se ao controle e fiscalização das políticas de segurança, sendo o planejamento operacional uma atribuição exclusiva das unidades de área.
Resposta:Falso.
Justificativa: O Regimento Interno prevê explicitamente que a finalidade da DINVI inclui o planejamento, a coordenação, a execução, o controle e a fiscalização das políticas de segurança a partir da investigação de incêndios e avaliação das atividades operacionais (Art 80).
- A realização de perícias de incêndio é um dever legal do CBMDF previsto na Lei Federal nº 8.255/1991.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: O Art. 2º, inciso III, determina explicitamente a competência funcional para realizar perícias de incêndio.
- A atividade pericial do CBMDF restringe-se à investigação de incêndios urbanos e florestais, não abrangendo ocorrências envolvendo veículos, embarcações ou outros eventos relacionados à prevenção e extinção de incêndio.
Resposta: Falso
Justificativa: A competência abrange incêndios urbanos, florestais, de veículos, de embarcações e qualquer fato afeto à prevenção ou extinção.
- A atividade pericial realizada pelo CBMDF possui natureza administrativa e técnica, não se confundindo com a função de polícia judiciária atribuída às Polícias Civis.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: A apuração de infrações penais compete à Polícia Civil; a perícia do CBMDF tem natureza técnico-administrativa
- A reação de combustão, por envolver transferência de elétrons, caracteriza-se como reação de oxirredução, na qual o combustível sofre redução e o comburente sofre oxidação.
Resposta:Falso
Justificativa: O combustível sofre oxidação (perda de elétrons) e o comburente sofre redução (ganho de elétrons)
- O oxigênio (O2) é o único comburente capaz de sustentar uma reação de fogo.
Resposta: Falso.
Justificativa: Existem outros exemplos de comburentes como F2 e Cl2, além de oxidantes químicos como o nitrato de amônio.
- De acordo com o manual de perícia de incêndio do CBMDF, materiais idênticos, podem apresentar características de combustão diferentes, bastando para tal que um dos fatores externos esteja ligeiramente diferente da situação anterior.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: O estudo sobre a dinâmica da combustão é um desafio, mesmo sendo de grande importância para a compreensão do comportamento do fogo, pois qualquer alteração nos fatores externos altera o comportamento da combustão.
- Radicais livres são espécies estáveis que cessam a reação em cadeia da combustão.
Resposta: Falso.
Justificativa: Radicais livres são espécies instáveis que promovem a quebra de outras moléculas, sustentando a combustão.
- A combustão completa tem maior eficiência energética do que a parcial porque a oxidação total dos combustíveis gera mais energia.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: A eficiência energética é maior na queima completa dos combustíveis.
- Considerando a Lei de Hess, a quantidade total de energia liberada na combustão de determinado material é invariável, independentemente de o processo ocorrer de forma rápida ou lenta, desde que os estados inicial e final sejam idênticos.
Resposta:Verdadeiro.
Justificativa: A velocidade não altera a energia total liberada.
- Para que ocorra a presença de chamas, a concentração mínima de oxigênio no ar deve ser de 8%.
Resposta: Falso.
Justificativa: Embora a combustão possa ocorrer com 8% de O2, para haver chamas é necessário um mínimo de 15%.
- A remoção de calor do sistema reacional pode interromper a combustão ao reduzir a energia disponível para a manutenção da reação em cadeia.
Resposta: Verdadeiro
Justificativa: O processo de combustão pode ser interrompido em três cenários principais (de acordo com a bibligrafia proposta): quando o combustível é totalmente consumido, quando o comburente acaba ou quando a energia produzida (calor) é retirada do sistema.
- Em condições de suprimento insuficiente de oxigênio, a combustão tende a ocorrer de forma incompleta, favorecendo a formação de subprodutos parcialmente oxidados, como o monóxido de carbono (CO) e partículas de fuligem.
Resposta: Verdadeiro
Justificativa: A queima incompleta libera resíduos não totalmente consumidos, produzindo CO além de CO2 e água.
- A coloração azulada da chama em fogões a gás indica combustão menos eficiente, geralmente associada à inadequada mistura prévia entre combustível e comburente, com maior formação de partículas incandescentes de carbono.
Resposta:Falso
Justificativa: A chama azulada indica uma queima limpa e completa propiciada por misturas pré-misturadas ideais.
- Em incêndios, o combustível e o comburente geralmente se misturam por difusão.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: Devido à diferença de concentração, a mistura ocorre por difusão, resultando comumente em combustão incompleta com fumaça.
- Considerando que o fenômeno da chama é restrito à fase gasosa, a ignição de combustíveis sólidos e de líquidos com elevados pontos de ebulição, como o óleo de cozinha, exige a ocorrência de decomposição química prévia como regra para a sustentação da queima.
Resposta: Verdadeiro
Justificativa: Para que ocorra a chama, combustíveis sólidos e líquidos precisam ser convertidos para a fase gasosa. Enquanto a maioria dos líquidos inflamáveis sofre apenas evaporação superficial, os sólidos e os líquidos com altos pontos de ebulição (como o óleo de cozinha) têm a decomposição química (pirólise) como requisito necessário para liberar os vapores que efetivamente queimam.
- Na investigação da dinâmica de um incêndio, fatores externos como o fluxo de calor, a ventilação e a umidade relativa do ar são classificados como variáveis de fácil obtenção pós-sinistro, permitindo a predição exata do comportamento do fogo em ambientes e materiais idênticos.
Resposta: Falso.
Justificativa: Ao contrário dos fatores internos (densidade, propriedades térmicas), os fatores externos não são fáceis de serem obtidos e os investigadores raramente possuem essas informações precisas após o incêndio. Além disso, incêndios em locais e materiais idênticos podem apresentar dinâmicas completamente diferentes se houver pequenas variações nesses fatores externos, o que torna o estudo da dinâmica da combustão um grande desafio técnico.
- A ignição de um sólido ocorre apenas se o fluxo de calor for suficiente para elevar a temperatura da superfície acima da temperatura de ignição.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: O fluxo de calor deve fornecer energia de ignição mínima para atingir a Tig (Temperatura de ignição) do material.
- Processos de combustão espontânea são classificados como ocorrências raras na perícia de incêndios, fundamentando-se no fato de que a temperatura de autoignição da maioria dos combustíveis é extremamente elevada, exigindo, na quase totalidade dos casos, uma fonte externa de calor para vencer a energia de ativação inicial.
Resposta:Verdadeiro.
Justificativa: O texto técnico explica que, como a temperatura de autoignição é geralmente muito alta, os processos de combustão espontânea são raros, tornando necessária a presença de uma fonte externa de calor para iniciar a queima.
- Para que ocorra a ignição, o combustível deve estar dentro de sua faixa de inflamabilidade.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: Misturas muito pobres ou muito ricas não entram em combustão mesmo com fluxo de calor alto.
- O Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) tende a se concentrar nos pontos mais altos do ambiente por ser mais leve que o ar.
Resposta: Falso.
Justificativa: O GLP tem densidade maior que o ar, tendendo a se concentrar nos pontos mais baixos.
- A gasolina é um líquido menos viscoso que o querosene e, portanto, gera poças mais rasas e extensas.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: A gasolina gera poças de 0,1 a 0,5 mm, enquanto o querosene gera poças de cerca de 1 mm de profundidade.
- No contexto da investigação de incêndios envolvendo substâncias químicas, a Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico (FISPQ) constitui instrumento técnico relevante, pois fornece dados físico-químicos como ponto de fulgor, temperatura de autoignição, limites de inflamabilidade e produtos de decomposição térmica, os quais podem subsidiar a formulação e o teste de hipóteses periciais.
Resposta: Verdadeiro
Justificativa:De acordo com o manual, é considerado essencial para o investigador buscar a Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico (FISPQ) para obter dados confiáveis sobre os produtos encontrados no local de um sinistro. Esse documento fornece informações críticas sobre a combustibilidade, toxicidade e diversas propriedades físicas e químicas das substâncias
- Velas não possuem energia térmica suficiente para derreter fios finos de cobre.
Resposta: Falso.
Justificativa: A temperatura da vela pode atingir até 1.400 ºC em alguns pontos, sendo capaz de derreter fios finos de cobre e ferro.
- A capacidade de um arco elétrico iniciar um incêndio é determinada pela liberação de energia, que pode variar de milijoules a milhões de joules, dependendo da duração e do fluxo de corrente; contudo, a ignição efetiva está condicionada não apenas a essa energia, mas também à susceptibilidade térmica dos combustíveis adjacentes e o tempo de contato.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: O conceito de arco elétrico envolve uma variação energética massiva (desde estática até raios) e sua eficácia como fonte ígnea depende da duração do evento, do fluxo da corrente e da facilidade com que os materiais próximos podem ser inflamados
- Quanto menor o ponto de fulgor de um líquido, maior deve ser a temperatura de uma superfície aquecida para iniciar sua ignição.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: Isso ocorre porque líquidos mais voláteis evaporam e se distanciam da superfície aquecida mais rapidamente por convecção.
- Lâmpadas alógenas profissionais podem atingir temperaturas superficiais superiores a 500 ºC.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: Essas lâmpadas podem atingir entre 593 e 685 ºC, suficiente para inflamar sólidos e vapores.
- No estudo da dinâmica de incêndios em compartimentos, a transição para a fase totalmente desenvolvida é influenciada pela natureza dos materiais; ensaios demonstram que ambientes com mobiliário moderno (sintético) atingem o flashover em menos tempo do que mobiliários da década de 1950 por exemplo.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: A mudança de materiais naturais para sintéticos alterou a velocidade e intensidade da combustão. Um compartimento moderno chega à generalização em menos de 4 minutos, comparado aos 29 minutos e 30 segundos de ambientes com mobiliário antigo.
- Garrafas de vidro vazias em florestas são focos comuns de incêndio por concentrarem raios solares.
Resposta: Falso.
Justificativa: Materiais sem distância focal definida, como vidros quebrados, geralmente não conseguem concentrar calor para iniciar ignição.
- O fenômeno de generalização do incêndio (flashover) ocorre quando os tempos de ignição de diferentes materiais se aproximam devido ao alto fluxo de calor.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: Com fluxos elevados, materiais com Tig (Temperatura de ignição) diferentes tendem a queimar quase ao mesmo tempo.
- A propagação superficial da chama refere-se apenas ao comprimento visível das chamas.
Resposta: Falso.
Justificativa: Refere-se à extensão da área que está pirolisando ou vaporizando, fornecendo gás para a queima.
- A introdução súbita de oxigênio no incêndio reduz a eficiência energética da combustão, uma vez que promove diluição da mistura combustível–comburente acumulada no compartimento.
Resposta: Falso
A introdução súbita de oxigênio em um incêndio controlado pela ventilação (rico em gases combustíveis acumulados) não reduz a eficiência; pelo contrário, ela permite que a mistura combustível-comburente entre na faixa de inflamabilidade, propiciando uma reação mais próxima da ideal (completa)
- A velocidade de propagação de uma chama contra o fluxo de ar é geralmente maior que a favor do fluxo.
Resposta: Falso.
Justificativa: A região de influência da chama contra o fluxo de ar é bem menor, reduzindo a velocidade de propagação.
- Após a generalização do incêndio (flashover), a identificação precisa da zona de origem torna-se inviável do ponto de vista técnico, razão pela qual a análise de padrões de queima perde validade científica nessa fase.
Resposta: Falso
Justificativa: Apesar do ambiente estar totalmente consumido após o flashover, esse fênomeno não inviabiliza a identificação da zona de origem.
- A carga de incêndio representa fielmente como será o comportamento do desenvolvimento de um incêndio real.
Resposta: Falso.
Justificativa: A carga de incêndio é a energia total, mas não indica quando ou quão rápido essa energia será liberada.
- Na fase totalmente desenvolvida de um incêndio, a ventilação torna-se o fator determinante para a formação de padrões de queima, pois as chamas e as temperaturas mais elevadas se concentram apenas nos pontos onde há disponibilidade de oxigênio ou outro comburente, o que pode mascarar os vestígios do foco inicial.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: Quando o incêndio está totalmente desenvolvido, a ventilação é de grande importância, pois as chamas e maiores temperaturas ocorrerão apenas onde há oxigênio, alterando marcas de fuligem e degradação térmica, o que exige cuidado do investigador na análise.
- A presença de janelas quebradas em um compartimento incendiado é indicativo conclusivo de que a ventilação ocorreu antes do desenvolvimento pleno do incêndio.
Resposta: Falso.
Justificativa:a presença de janelas quebradas não pode ser considerada um indicativo conclusivo isolado de que a ventilação ocorreu antes do desenvolvimento pleno do incêndio. De acordo com as fontes, os fatores externos, como a ventilação, não são fáceis de serem obtidos com precisão pelos investigadores após o sinistro.
- A pluma de um incêndio é uma coluna de chama e gases que se move de forma descendente.
Resposta: Falso.
Justificativa: A pluma move-se de forma ascendente devido à força de empuxo causada pelo aquecimento dos gases.
- Na fase inicial do incêndio, o plano neutro está elevado e o fogo está restrito ao objeto original.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: As condições do ambiente ainda são satisfatórias e há pouco acúmulo de fumaça.
- O padrão de queima em “V” é mais provável de ser encontrado durante a fase crescente do incêndio.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: Com o desenvolvimento do fogo, a pluma gera marcas de degradação térmica nas paredes próximas ao foco.
- A fuligem presente na fumaça é a principal responsável pela criação de padrões de queima.
Resposta: Verdadeiro.
Justificativa: A fuligem permite ao investigador notar o caminho percorrido pela fumaça e o local de origem.
- O uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI) é dispensável para peritos que entram no local após o rescaldo.
Resposta: Falso.
Justificativa: Gases tóxicos podem permanecer no ambiente, exigindo proteção respiratória e física.
- A utilização de equipamentos laboratoriais sofisticados substitui a necessidade de observação criteriosa do cenário, pois a análise instrumental possui maior valor probatório que os vestígios físicos diretos.
Resposta:Falso
Justificativa: A perícia baseia-se na integração entre análise de campo e instrumental; nenhum instrumento substitui a observação técnica qualificada.
- Um cromatógrafo a gás é utilizado em laboratório para medir a resistência elétrica de fios queimados.
Resposta: Falso.
Justificativa: O cromatógrafo é utilizado para a separação e análise de substâncias químicas em amostras.
“Investigar para prevenir”.

